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Zumbido no ouvido: o que é, causas, sintomas e tratamentos

Revisão Clínica por:

Corpo Clínico Especializado Seu Zumbido
Equipe Multidisciplinar em Zumbido e Audiologia

Você ouve um apito, chiado, zumbido, assobio ou outro som que parece vir do ouvido ou da cabeça, mas não existe nenhuma fonte sonora externa produzindo aquilo?

Essa experiência é chamada de zumbido — ou tinnitus.

Para algumas pessoas, o som aparece por pouco tempo e desaparece. Para outras, pode permanecer durante meses ou anos e interferir no sono, na concentração, no trabalho ou no bem-estar.

E talvez uma das partes mais difíceis seja justamente não saber o que aquele som significa.

Por que ele apareceu?

É algo sério?

Vai desaparecer?

Existe tratamento?

A resposta nem sempre é simples. O zumbido pode estar relacionado a diferentes fatores e também pode acontecer sem que uma causa específica seja identificada.

Por isso, este guia não pretende oferecer uma explicação única para todos os casos. A proposta é ajudar você a entender o que já sabemos, o que ainda não sabemos e quais perguntas podem fazer sentido a partir daqui.

O que é zumbido no ouvido?

Zumbido é a percepção de um som sem que exista uma fonte sonora externa correspondente.

É comum que a pessoa descreva esse som como:

  • apito;

  • chiado;

  • cigarra;

  • assobio;

  • zunido;

  • clique;

  • ruído;

  • ronco;

  • som semelhante ao vento.

O zumbido pode ser percebido em um ouvido, nos dois ou na cabeça. Também pode ser contínuo ou aparecer apenas em determinados momentos.

Uma característica importante é que o zumbido é uma experiência subjetiva. Isso significa que duas pessoas podem ter zumbido e descrevê-lo de maneiras completamente diferentes.

O National Institute on Deafness and Other Communication Disorders (NIDCD), dos Estados Unidos, estima que entre 10% e 25% dos adultos tenham zumbido.

Como o zumbido pode ser percebido?

Não existe um único “som de zumbido”.

A experiência pode variar bastante de uma pessoa para outra — e até na mesma pessoa ao longo do tempo.

Que sons o zumbido pode produzir?

Algumas pessoas descrevem:

“Parece um apito.”

Outras dizem:

“Parece uma televisão fora do ar.”

Ou:

“É como uma cigarra.”

Também podem aparecer sons graves, agudos, contínuos, pulsantes ou intermitentes.

Essa variedade é uma das razões pelas quais não é adequado tratar todos os zumbidos como se fossem exatamente a mesma coisa.

O zumbido pode aparecer e desaparecer?

Pode.

O zumbido pode ser contínuo ou intermitente. Algumas pessoas percebem o som apenas em determinadas situações.

Também é possível que a percepção varie ao longo do dia.

O zumbido pode mudar de intensidade?

Sim.

Algumas pessoas percebem mudanças relacionadas ao ambiente, à atenção direcionada ao som ou a outros fatores.

O próprio silêncio pode fazer com que o zumbido fique mais perceptível, porque existe menos som externo competindo pela atenção.

Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas percebem o zumbido com mais intensidade quando estão em um quarto silencioso à noite. O NIDCD também descreve que algumas pessoas percebem alterações no zumbido quando movimentam a cabeça, o pescoço ou os olhos, ou tocam determinadas partes do corpo.

Por que o zumbido acontece?

Essa é uma das perguntas mais difíceis — e a resposta é:

depende.

Existem diferentes fatores associados ao zumbido, e nem sempre é possível identificar uma única causa.

O zumbido está frequentemente associado à perda auditiva, incluindo aquela relacionada ao envelhecimento ou à exposição a sons intensos. Também pode estar relacionado a alterações no ouvido, determinados medicamentos, problemas na mandíbula, lesões na cabeça ou no pescoço e algumas condições de saúde.

Mas existe uma ressalva importante:

ter um desses fatores não significa automaticamente que ele seja a causa do zumbido daquela pessoa.

É justamente aí que entra a importância do contexto.

O que pode estar relacionado ao zumbido?

Perda auditiva e exposição a sons intensos

A exposição a sons muito intensos é um dos fatores associados ao zumbido.

Shows, ambientes de trabalho ruidosos, equipamentos muito barulhentos e outras situações de exposição sonora podem ser relevantes.

O zumbido também está fortemente associado à perda auditiva. Mas isso não significa que toda pessoa com zumbido tenha perda auditiva, nem que toda pessoa com perda auditiva desenvolva zumbido.

Alterações no ouvido

Situações como acúmulo de cera ou algumas infecções do ouvido podem estar relacionadas ao aparecimento do zumbido.

Nesses casos, tratar a condição associada pode reduzir ou até eliminar o zumbido.

Por isso, uma pergunta importante não é apenas:

“Como faço para diminuir o zumbido?”

Mas também:

“Existe alguma condição identificável que possa estar relacionada ao meu zumbido?”

Medicamentos

Alguns medicamentos podem estar associados ao zumbido, especialmente em determinadas doses ou circunstâncias.

Entre os exemplos citados pelo NIDCD estão alguns anti-inflamatórios, certos antibióticos, medicamentos usados em tratamentos contra o câncer e outros grupos de medicamentos.

Isso não significa que alguém deva interromper um medicamento por conta própria.

Se você suspeita que um medicamento possa estar relacionado ao seu zumbido, essa é uma questão para conversar com um profissional de saúde.

Mandíbula, cabeça e pescoço

Alterações ou problemas envolvendo a articulação da mandíbula também podem estar relacionados ao zumbido.

Além disso, algumas pessoas percebem que o som muda quando movimentam a cabeça, o pescoço ou a mandíbula.

Essa característica pode ser relevante durante uma avaliação, mas não significa, por si só, que a origem do zumbido esteja necessariamente na cervical ou na mandíbula.

Outras condições de saúde

O zumbido também pode estar associado a algumas condições que afetam diferentes sistemas do organismo.

Entre elas estão, por exemplo, doença de Ménière, enxaqueca, diabetes, alterações da tireoide, anemia e algumas doenças autoimunes.

Isso não transforma uma lista de associações em uma lista de diagnósticos.

Se você tem zumbido, a pergunta relevante é:

“Qual dessas possibilidades, se alguma, faz sentido considerar no meu contexto?”

E quando não existe uma causa identificada?

Isso também pode acontecer.

Nem sempre é possível encontrar uma causa específica para o zumbido.

Essa é uma das razões pelas quais frases como:

“Todo zumbido vem de X.”

devem ser vistas com cautela.

Por que o zumbido pode parecer pior em alguns momentos?

Uma pergunta comum é:

“Por que meu zumbido parece muito mais forte à noite?”

Uma possibilidade é o ambiente.

Durante o dia, existem diversos sons competindo pela atenção: conversas, trânsito, televisão, aparelhos, pessoas e atividades.

Quando tudo fica silencioso, o zumbido pode se tornar muito mais perceptível.

Isso não significa necessariamente que o som tenha aumentado fisicamente na mesma proporção.

Perceber mais não é necessariamente o mesmo que produzir mais som.

Além disso, sono, atenção, emoções e outros fatores podem influenciar a maneira como uma pessoa vivencia o zumbido.

Por isso, vale separar duas perguntas:

“O zumbido aumentou?”

e

“Eu estou percebendo o zumbido mais intensamente?”

Nem sempre são exatamente a mesma coisa.

Zumbido e sintomas associados

O zumbido pode aparecer junto com outras experiências.

Algumas pessoas também relatam:

  • dificuldade para dormir;

  • dificuldade de concentração;

  • irritação;

  • ansiedade;

  • sensação de ouvido tampado;

  • perda auditiva;

  • tontura ou alterações de equilíbrio;

  • sensibilidade aumentada aos sons.

Esses sintomas não significam que toda pessoa com zumbido terá as mesmas experiências.

O impacto também varia muito.

Para algumas pessoas, o zumbido é pouco incômodo. Para outras, pode interferir significativamente na qualidade de vida, no sono e na concentração.

Zumbido pulsátil: quando o som acompanha o batimento do coração

Existe um tipo de zumbido que merece atenção especial: aquele que parece acompanhar o ritmo do coração.

A pessoa pode descrevê-lo como:

“tum-tum, tum-tum”

ou como um som pulsando no mesmo ritmo dos batimentos.

Esse tipo é conhecido como zumbido pulsátil.

Ele pode estar relacionado a alterações no fluxo sanguíneo ou a outras condições que precisam ser investigadas. Em determinadas situações, exames de imagem podem fazer parte da investigação.

Isso não significa que todo zumbido pulsátil indique um problema grave.

Significa que a característica pulsátil é uma informação importante para uma avaliação adequada.

Como o zumbido é investigado?

Não existe um único exame que simplesmente diga:

“Você tem zumbido.”

A investigação começa pela história da pessoa e pelas características do próprio zumbido.

Podem ser considerados aspectos como:

  • quando começou;

  • se apareceu de repente ou gradualmente;

  • se é em um ou nos dois ouvidos;

  • se é contínuo ou intermitente;

  • como o som é descrito;

  • se acompanha o batimento cardíaco;

  • se muda com movimentos;

  • se existe perda auditiva;

  • quais outros sintomas estão presentes;

  • quais medicamentos são utilizados;

  • histórico de exposição a sons intensos;

  • outras condições de saúde.

Uma avaliação pode incluir exame dos ouvidos e avaliação da audição. Dependendo das características do caso, outros exames podem ser considerados.

O NIDCD explica que a investigação pode envolver avaliação clínica, exame das estruturas do ouvido e testes auditivos, e que exames de imagem podem ser utilizados especialmente em determinadas situações, como quando o zumbido é pulsátil.

O ponto importante é:

o caminho da investigação depende das características de cada pessoa.

Zumbido tem cura?

Essa talvez seja a pergunta que mais aparece.

E a resposta precisa ser cuidadosa.

Não existe atualmente uma cura única para todos os casos de zumbido.

Ao mesmo tempo, isso não significa:

“Não existe nada que possa ser feito.”

Quando existe uma causa identificável e tratável, tratar essa condição pode reduzir ou eliminar o zumbido em alguns casos.

Para outras pessoas, o objetivo pode ser reduzir o impacto do zumbido, melhorar o sono, diminuir o sofrimento associado ou ajudar a pessoa a lidar melhor com a percepção do som.

O NIDCD afirma que atualmente não existe uma cura para o zumbido, mas existem abordagens que podem ajudar a reduzir seus sintomas ou seu impacto.

Por isso, talvez uma pergunta mais útil do que:

“Qual é a cura para o zumbido?”

seja:

“O que sabemos sobre o meu tipo de zumbido e quais caminhos podem fazer sentido considerar?”

Quais tratamentos e estratégias podem ajudar?

Não existe uma única abordagem que funcione da mesma maneira para todas as pessoas.

O que pode ser considerado depende, entre outras coisas, da presença de perda auditiva, de uma causa identificável, do impacto do zumbido e das características individuais.

Tratar uma causa identificável

Quando existe uma condição associada que pode ser tratada, cuidar dela pode reduzir ou eliminar o zumbido.

Exemplos podem incluir situações envolvendo cera no ouvido ou determinados problemas da articulação da mandíbula.

Abordagens relacionadas à audição

Quando existe perda auditiva, aparelhos auditivos podem fazer parte da estratégia de cuidado de algumas pessoas.

Eles amplificam sons externos e podem tornar o zumbido menos perceptível para algumas pessoas.

Mas isso não significa que aparelho auditivo seja uma solução universal para qualquer pessoa com zumbido. A evidência científica sobre intervenções específicas varia, e a indicação depende do contexto individual.

Terapias comportamentais

Algumas abordagens psicológicas são estudadas para ajudar as pessoas a lidar com o impacto do zumbido.

Entre elas está a terapia cognitivo-comportamental (TCC).

Uma revisão Cochrane sobre terapia cognitivo-comportamental para adultos com zumbido encontrou evidência de baixa a moderada certeza de que a TCC pode reduzir o impacto negativo do zumbido na qualidade de vida ao final do tratamento, embora ainda existam incertezas sobre alguns resultados e sobre os efeitos em longo prazo.

É importante entender a diferença:

isso não significa que a TCC “cure o zumbido”.

O foco pode estar em reduzir o sofrimento e o impacto que o zumbido provoca na vida da pessoa.

Estratégias sonoras

Sons externos podem ser utilizados de diferentes maneiras, incluindo para mascarar parcialmente o zumbido, facilitar o relaxamento ou ajudar algumas pessoas durante o sono.

A evidência para diferentes formas de terapia sonora não é uniforme. Uma revisão Cochrane sobre terapia sonora com dispositivos de amplificação ou geradores sonoros aponta limitações importantes nas evidências disponíveis.

Por isso, é melhor desconfiar de frases como:

“Esse som elimina o zumbido.”

Uma formulação mais honesta é:

“Essa estratégia pode ajudar algumas pessoas a lidar com o zumbido, mas os resultados variam.”

E os medicamentos e suplementos?

Existem muitos produtos vendidos com a promessa de tratar ou até curar o zumbido.

Mas promessa comercial e evidência científica não são a mesma coisa.

O NIDCD afirma que não existem medicamentos especificamente aprovados para tratar o zumbido e que vitaminas, extratos vegetais e suplementos frequentemente anunciados como “cura” não demonstraram eficácia para essa finalidade.

Isso não significa que nenhum medicamento possa ser utilizado por alguém que tem zumbido.

Medicamentos podem ser indicados para outras condições ou sintomas associados, sempre dentro de uma avaliação individual.


O que ainda não sabemos sobre o zumbido?

Talvez essa seja uma das partes mais importantes desta conversa.

Ainda existem muitas perguntas sem resposta definitiva.

Sabemos que o zumbido é heterogêneo: pessoas diferentes podem ter experiências muito diferentes.

Sabemos também que existem associações com perda auditiva, exposição a ruído e outros fatores.

Mas ainda não existe uma explicação única capaz de explicar todos os casos.

Pesquisadores continuam estudando os mecanismos envolvidos, diferentes perfis de zumbido e novas possibilidades de tratamento. O NIDCD descreve pesquisas envolvendo estimulação elétrica, estimulação magnética, estimulação bimodal e outras estratégias, mas muitas dessas abordagens ainda estão em investigação.

Isso é importante porque ciência não é apenas saber responder.

Também é saber dizer:

“Ainda não temos certeza.”

O que fazer se você tem zumbido?

A primeira coisa é evitar a tentativa de encaixar sua experiência automaticamente em uma explicação encontrada na internet.

Seu zumbido pode ter características diferentes do zumbido de outra pessoa.

Em vez de começar perguntando:

“Qual tratamento funciona para zumbido?”

talvez seja mais útil começar por:

“O que preciso entender sobre o meu zumbido?”

Observe características como:

  • quando começou;

  • em qual ouvido aparece;

  • se é contínuo ou intermitente;

  • como você descreveria o som;

  • se acompanha o batimento cardíaco;

  • se muda quando você movimenta a cabeça, o pescoço ou a mandíbula;

  • se existe perda auditiva;

  • se existem outros sintomas;

  • em quais momentos ele parece mais perceptível;

  • quanto ele interfere no seu cotidiano.

Essas informações podem ajudar a organizar uma conversa com um profissional.

Perguntas que você pode levar para uma conversa com um profissional

Em vez de sair de uma consulta apenas com:

“Tenho zumbido.”

você pode chegar com perguntas mais específicas.

Por exemplo:

  • O que pode estar relacionado ao meu zumbido?

  • Existe alguma característica do meu caso que merece investigação?

  • Minha audição precisa ser avaliada?

  • O fato de ser em um ou nos dois ouvidos muda alguma coisa?

  • O que significa o meu zumbido ser pulsátil ou não?

  • Existem outros sintomas que devo observar?

  • Há alguma condição tratável que poderia estar relacionada ao meu caso?

  • Quais opções de manejo existem?

  • O que sabemos sobre a eficácia dessas opções?

  • Quais são os limites das evidências?

  • O que devo esperar desse tipo de abordagem?

Porque, às vezes, a melhor resposta começa com uma pergunta melhor.

Perguntas frequentes sobre zumbido

Zumbido no ouvido é uma doença?

O zumbido é geralmente descrito como um sintoma ou percepção sonora, e não como uma única doença com uma única causa.

Ele pode estar associado a diferentes condições e também pode ocorrer sem que uma causa específica seja identificada.

Zumbido pode desaparecer?

Pode.

O zumbido pode melhorar ou desaparecer em algumas pessoas, enquanto em outras pode persistir.

Zumbido sempre significa perda auditiva?

Não.

Embora o zumbido esteja fortemente associado à perda auditiva, nem todas as pessoas com zumbido apresentam perda auditiva.

Zumbido pode ser causado por estresse?

Estresse, sono e estado emocional podem influenciar a maneira como algumas pessoas vivenciam o zumbido.

Mas isso não significa que todo zumbido seja causado por estresse ou que o zumbido seja simplesmente “psicológico”.

Zumbido pode ser grave?

Na maioria dos casos, o zumbido não está relacionado a uma condição médica grave. Mas determinadas características podem justificar investigação específica.

Um exemplo é o zumbido que acompanha o ritmo do coração.

Por isso, características, sintomas associados e contexto importam.

Existe um tratamento único para zumbido?

Não existe uma solução única que funcione para todos.

As possibilidades dependem das características da pessoa, de eventuais causas identificáveis, da presença de perda auditiva e do impacto do zumbido.

Conclusão

Se existe uma coisa que você deve levar deste guia, talvez seja esta:

nem todo zumbido é igual.

E, por isso, uma resposta encontrada na internet para outra pessoa não necessariamente responde à sua pergunta.

O caminho pode começar por entender:

o que você está percebendo;

quais características o seu zumbido apresenta;

o que pode estar relacionado a ele;

o que as evidências realmente mostram;

e quais perguntas ainda precisam ser respondidas.

 

Fontes e leituras complementares

 

O Seu Zumbido não existe para fingir que tem todas as respostas.

Existe para ajudar você a encontrá-las com mais clareza.

Entenda. Pergunte. Encontre caminhos.

Qual é a sua pergunta?

Se existe uma dúvida sobre seu zumbido que ainda não foi respondida, essa pode ser justamente a próxima pergunta que a Seu Zumbido deveria investigar.

Este artigo foi produzido pela equipe editorial do Seu Zumbido, sob supervisão e revisão técnica do Corpo Clínico Especializado Seu Zumbido, garantindo a precisão científica das informações.

Aviso Legal: As informações contidas neste artigo têm caráter meramente informativo e educacional. Elas não substituem, em hipótese alguma, a avaliação, o diagnóstico ou o tratamento realizado por um profissional de saúde qualificado. Em caso de dúvida, agende uma consulta.

Esse artigo foi escrito por:

Karina Souza

Fonoaudióloga Clínica